Comparando Dermalux com uma tecnologia Chinesa

Compramos um equipamento de LED chinês para fazer comparação prática entre a entrega de luz do Dermalux e deste equipamento, e as diferenças são realmente impressionantes.

De um lado, temos a Dermalux: uma marca inglesa consolidada desde 2012, presente em mais de 35 países e, no Brasil, com Anvisa, INMETRO, FDA e CE. Do outro, temos um equipamento chinês cuja procedência, construção e especificações técnicas não conseguimos verificar com o mesmo nível de rastreabilidade.

Mas vamos sair do discurso e olhar para os equipamentos na prática.

Quando ligamos o equipamento chinês, conseguimos selecionar o tempo de tratamento e os comprimentos de onda disponíveis. Também chamam atenção os bipes e cliques durante a operação e, nesta unidade especificamente, uma ventoinha que aparentemente não está funcionando.

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Agora vamos observar o que realmente interessa: a luz que está sendo entregue. Colocamos uma folha de papel para verificar como essa luz chega até a pele do paciente.

No equipamento chinês, vemos uma entrega de luz heterogênea, com pontos aparentemente mais intensos e outros menos intensos, inclusive com círculos.

Imagine essa distribuição sobre a pele do seu paciente: diferentes regiões da área de tratamento podem estar recebendo diferentes intensidades de luz.

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Agora observe o Dermalux.

A distribuição é muito mais homogênea, com a luz sendo entregue uniformemente por toda a área de tratamento.

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E por que isso importa?

Porque, em fotobiomodulação, não basta simplesmente acender uma luz sobre a pele.

Queremos entregar uma dose de energia de maneira consistente e reprodutível em toda a área que está sendo tratada.

Mas existe outro ponto fundamental nessa comparação: os diodos.

O equipamento chinês comparado utiliza uma configuração multichip, na qual diferentes emissões estão integradas ao mesmo conjunto e o equipamento alterna entre as diferentes cores.

Já a Dermalux utiliza LEDs single-chip dedicados a comprimentos de onda específicos, com encapsulamento cerâmico e alta precisão espectral.

Ou seja, cada LED foi desenvolvido para emitir o seu comprimento de onda específico.

Isso contribui para maior precisão da emissão, menor interferência entre os comprimentos de onda e uma distribuição de energia mais consistente durante o tratamento.

E aqui entramos em uma questão muito importante: a pureza e a precisão da luz.

Não basta olhar para um equipamento e dizer: “esse tem luz vermelha” ou “esse também tem luz azul”.

Em fotobiomodulação, precisamos saber qual comprimento de onda está sendo emitido, com que precisão, com que irradiância, com que uniformidade e qual dose efetivamente está sendo entregue ao tecido.

A Dermalux trabalha com três comprimentos de onda: azul de 415 nm, vermelho de 633 nm e infravermelho próximo de 830 nm, que podem ser utilizados de acordo com os protocolos e possibilidades de cada equipamento.

E quando fazemos a comparação visual da luz vermelha, por exemplo, a diferença chama atenção.

Mas é importante deixar uma coisa clara:

mais brilho não significa necessariamente melhor fotobiomodulação.

Assim como a tensão elétrica de alimentação de um equipamento, isoladamente, também não determina a quantidade de energia luminosa que chegará à pele.

Para fazer uma comparação técnica correta, precisamos olhar para parâmetros ópticos: comprimento de onda, irradiância, fluência ou dose, uniformidade e estabilidade da emissão.

É justamente a combinação desses fatores que determina a qualidade da entrega.

No Dermalux, você alia comprimentos de onda específicos, LEDs dedicados, precisão espectral e uma distribuição homogênea da luz.

E é por isso que, ao comparar tecnologias de fotobiomodulação, não deveríamos olhar apenas para quantos LEDs existem no equipamento, para a cor que enxergamos ou, principalmente, para o preço.

A pergunta deveria ser:

Como essa luz está chegando à pele do meu paciente?

Qual é o comprimento de onda real?

Qual é a irradiância?

Qual dose está sendo entregue?

Essa entrega é homogênea?

Ela se mantém estável durante todo o tratamento?

E aquilo que o fabricante declara é realmente o que o equipamento entrega?

Porque dois equipamentos podem emitir uma luz aparentemente parecida.

Isso não significa que estejam entregando a mesma fotobiomodulação.

No final, cada profissional é livre para escolher a tecnologia que quiser.

Mas essa escolha impacta diretamente a consistência do tratamento, a previsibilidade dos resultados e a tecnologia à qual você decide associar a sua credibilidade profissional.

Então, antes de comparar apenas preço, compare a engenharia por trás da luz.

Porque em fotobiomodulação, não é simplesmente sobre acender LEDs. É sobre entregar a luz certa, na dose certa, de forma consistente, sobre o tecido certo.

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